HOMENAGEM


Homenagem



Aos quatro ou
cinco anos, eu era uma garotinha que já gostava de fazer versos. Parece que eu
encerrava as minhas “apresentações” sempre com a mesma frase: bonecas no meu
coração. Tudo a ver com a minha paixão do momento...
Ao longo de
minha vida ouvi meu pai repetir esta estória. Aliás, sempre com muita alegria e
orgulho da “precocidade” da primogênita.
Por isso, o
título do blog é uma homenagem a meu pai, Humberto Narbot.

sábado, 25 de janeiro de 2014

NARCISO


A lua no céu dependurada

olha-se no mar,

fascinada

por sua própria beleza, refletida

nas negras águas,

e por seus raios de prata

embevecida,

quase se deixa afogar.

4 comentários:

  1. Desde mocinha sempre achei que a LUA era vaidosa: só saía à noite para o Sol não mostrar as imperfeições que tinha (as crateras... rs, que para mim, era cravos e espinhas! rsrsrs). E agora você expõe esse poema! Tocou meu coração e voltei a ser aquela adolescente sonhadora! Você é demais, menina!

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    1. Obrigada, Rachel, pela gentileza das palavras.

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  2. A lua vista e "sentida" pelo olhar de uma poetisa apaixonada pela vida... Que mais desejar? É só ler e se embriagar.

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